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5 de dezembro de 2010

Lixo tecnológico e Brasil

- ATUALIZADO - 
O lixo tecnológico, ou simplesmente lixo eletrônico, não é um tema muito comum entre as pessoas, apesar de ser um dos fatores preocupantes em relação ao meio ambiente e consequentemente a saúde do ser humano.
Se questionarmos os cidadãos da sociedade em que vivemos sobre o que seria o lixo eletrônico, eles até saberiam responder, entretanto, a maioria não conhece os riscos e os impactos provocados por este tipo de lixo.
Com os avanços tecnológicos cada vez maiores e recentes, muitos aparelhos eletro-eletrônicos tornam-se obsoletos em curto tempo, e isso faz com que as pessoas compram novos aparelhos para substituírem os “velhos”.
As tecnologias sempre procuraram facilitar a vida do homem aumentando o rendimento e a eficácia, contudo, elas também apresentam seus pontos negativos, principalmente a questão do lixo tecnológico.
A inclusão digital também é outro fator que contribui para o aumento do lixo eletrônico. Fontes afirmam que o Brasil é campeão na produção de lixo eletrônico entre os países emergentes.
Por ano, muitas toneladas de lixo eletrônico (celulares, peças de computadores, pilhas, baterias, geladeiras, etc.) são descartadas diretamente no meio ambiente causando grandes impactos.
Estes impactos se dão pelo motivo dos aparelhos eletrônicos possuírem materiais, gases poluentes e elementos químicos altamente contaminosos como o chumbo, cádmio, mercúrio dentre outros elementos.
O contato direto desses poluentes com o meio, além de contaminar o solo, pode agredir também a saúde humana trazendo doenças que às vezes podem ser incuráveis como o câncer, ataques no sistema nervoso e envenenamento dos ossos.
No Brasil existem poucos pontos de recolhimentos do lixo eletrônico, e a maioria são distantes de algumas regiões, o que torna mais difícil ainda a colaboração da sociedade com o lixo eletrônico e a locomoção para a busca desses resíduos eletrônico. Mediante estes impertinentes, as pessoas acabam descartando no lixo comum.
Deveriam existir leis que obrigassem os fabricantes recolher novamente seus respectivos produtos, isso seria algo relevante, afinal, estaria contribuindo para a redução do lixo tecnológico, justamente porque, nossa vida depende também do meio ambiente.
Os pontos de recolhimentos, antes de iniciarem o processo de separação dos componentes de um aparelho elétrico, testam alguns aparelhos para verificar se há possibilidade de concertar e após isso doar para entidades carentes.
A probabilidade de isto ocorrer são mínimas, porém, não impossível. Com o restante que não é reaproveitado, sofre um processo de separação para tomar seus determinados fins.


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Lixo Eletrônico, outra preocupação.

(Por Welinton Junior Dias)

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