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14 de março de 2011

Chrome OS - O Sistema Operacional do Google

Estamos em uma era de grandes evoluções, e quando se fala de softwares livres e que rodam nas nuvens, na verdade estamos nos referindo ao futuro dos computadores.

O Google pensou "Como passamos a maior parte do tempo na internet dentro de um navegador, que tal criar um browser que seja rápido, seguro e eficaz", foi onde nasceu o Google Chrome, um dos navegadores mais rápido que já existiu.
Agora o Google apresenta uma outra novidade, que é o projeto de seu sistema Operacional: Google Chrome OS (OS - Operational System - Sistema Operacional).
Desde 2009 o Chrome OS estava em desenvolvimento, e em 2010 foi lançada a primeira versão estável do sistema operacional Chrome.
Assim como o Linux, o Chrome OS possui seu código fonte aberto para qualquer programador alterar e criar suas próprias versões do Chrome.Você pode encontrar o código fonte no projeto Chromium (projeto de software livre do Google Chrome).
Os sistemas operacionais Chrome OS que vemos por aí, são versões aprimoradas por programadores, pois a versão do próprio Google completa será lançada nos Laptops das empresas parceiras do Google: Acer, Samsung e o próprio notebook do Google: o CR-48 que por sinal, ainda está em fase de testes.
O Chrome OS será um forte concorrente do Windows 7 em questão de visual e funcionalidade e forte concorrente do Linux em questão de sistema operacional livre e rápido, e sua maior vantagem, é a questão de rodar nas nuvens. (Cloud Computing).
O Google acredita na computação nas nuvens, e foi baseado justamente nesta idéia que surge o Chrome OS.
Já falamos em nosso site sobre a computação nas nuvens, e percebemos que não será mais necessário instalar softwares fisicamente em nosso computador, pois tudo rodará nas nuvens, sendo assim, se nosso computador for roubado ou queimar por algum motivo, não precisaremos preocupar-se com nossos arquivos, pois eles estarão armazenados nas nuvens.
O Chrome OS trabalha como um navegador, sendo assim, você poderá rodá-lo dentro de qualquer Chrome.
Os aplicativos serão abertos em uma aba, como no navegador e você poderá clicar sobre a opção expandir para aumentar a resolução do aplicativo.
Alguns aplicativos já vem no próprio sistema, e outros precisarão ser solicitados para ser instalados.
O Google Chrome OS é um sistema operacional muito parecido com o navegador Chrome, a diferença é que não se limita em apenas acessar sites da Web e sim usar diferentes aplicações que estarão nas nuvens.
O Google espera que a versão oficial do sistema operacional demore apenas 7 segundos para ser iniciado.
Você pode usar o Chrome OS como máquina virtual em seu computador, você só precisa de um software emulador de máquina virtual, como o VirtualBox e VMware.
Para usar o sistema operacional do Google, basta você ter uma conta (login) do Google, e assim que você logar com esta conta no sistema operacional, automaticamente será carregadas várias configurações padrões, se for o primeiro uso.
O Google está resolvendo dois pequenos fatores que seu sistema operacional deixa a desejar: a questão de USB e Impressão.
O Google comenta sobre suas parcerias Acer e Samsung que a partir deste ano (2011) já iniciarão a vendas de notebooks e netbooks com o sistema operacional do Google, o Chrome OS.
Eis uma questão que deixa várias pessoas intrigadas, e se a internet cair? O que acontece?
Calma, o Google já pensou nesta situação também, no caso do Google Docs (pacote de softwares Office do Google), tem o poder de funcionar mesmo estando Offline, em relação a outros aplicativos, o Chrome OS trabalhará com Cache, armazenando as informações em HTML5 e esse processo será aperfeiçoada ainda mais, pois o Google busca a satisfação de seus clientes além de proporcionar algo evolutivo no qual é o suturo dos computadores de acordo com a gigante.
Como já relatado em nosso artigo sobre computação nas nuvens, as atualizações dos aplicativos serão realizadas pelo próprio Google, e estão trabalhando em uma forma de tornar os softwares proprietários para Windows compatível com o Chrome OS.
Enquanto isso, o usuário pode usar os softwares livres e gratuitos existentes e oferecidos pelo próprio Google e outras empresas deste ramo.
Mais uma vez satisfeitos com mais um produto do Google, que assim como o navegador Chrome, muitas pessoas não estão acreditando no potencial deste sistema operacional e criticando, contudo, esperamos pra ver os resultados, talvez os iniciais não serão tão agradáveis, mas a informática não para de evoluir e o Google possui uma equipe de profissionais qualificados que estão empenhados trabalhando para melhorar ainda mais este sistema e proporcionar uma revolução.
Podemos notar as preocupações das empresas de sistemas operacionais proprietárias como a Microsoft e Apple.

Referências:

Ler também:



(Por ClipaTec Informática)

1 comentários:

  1. Vale ressaltar que o Chrome OS está sob a licencia GPL (GNU General Public License - Licença Pública Geral), GNU GPL ou simplesmente GPL, é a designação da licença para software livre idealizada por Richard Matthew Stallman em 1989, no âmbito do projeto GNU da Free Software Foundation (FSF).

    Em termos gerais, a GPL baseia-se em 4 liberdades:
    A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
    A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
    A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
    A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
    Com a garantia destas liberdades, a GPL permite que os programas sejam distribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do autor por forma a não permitir que essa informação seja usada de uma maneira que limite as liberdades originais. A licença não permite, por exemplo, que o código seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam impostos sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da mesma maneira que foi adquirido.
    A GPL está redigida em inglês e atualmente nenhuma tradução é aceita como válida pela Free Software Foundation, com o argumento[1] de que há o risco de introdução de erros de tradução que poderiam deturpar o sentido da licença. Deste modo, qualquer tradução da GPL é não-oficial e meramente informativa, mantendo-se a obrigatoriedade de distribuir o texto oficial em inglês com os programas.

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